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Antes de entrar para mais um Outjazz, desta feita na Tapada das Necessidades, dei uma olhada no exterior.
É um pedaço da cidade que mal conheço e, confesso, do jardim em causa nem a porta havia visto.
Cá fora, junto ao chafariz fronteiro ao palácio, e para além do musculado dispositivo policial, alguns jovens usufruíam da sombra, que se queria bem fresca por via do calor do sol.
Claro está que, à distância de alguns metros, o apodo de “Pai Natal” não se podia deixar de ouvir. O que implicou, e porque eu estava de bom-humor, algumas respostas a preceito.
Conversa vai, conversa vem, e acabei com este retrato tirado a ferros: o Mário.
O que eu não consegui mesmo foi convencê-lo, e aos amigos, a irem para o jardim, mesmo ali ao lado, ouvirem o concerto anunciado. Claro que havia “comes-e-bebes”, como perguntaram, mas como mais destes que daqueles, e todos a pagar, não foi argumento suficiente.
Talvez que daqui a uns anos entendam que tão importante quanto o alimentar o corpo é o alimentar a alma.
Nota extra: estou cada vez mais fã da minha velha 90 Tamron.
Texto e imagem: by me
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