sábado, 16 de março de 2013

O bitoque




A curiosidade é uma coisa terrível!
Donde se conclui que eu mesmo sou terrível.
Vou mantendo, desde há anos, um blogue, em paralelo com outros espaços na web. Evolução das tecnologias, das modas e encerramentos de espaços assim mo têm obrigado.
Pois nesse blogue tenho oportunidade de saber quantas visitas vou tendo bem como a razão de ser delas. Incluindo, e se esse for o caso, qual a ou as palavras usadas em motores de busca que ali conduziram.
Pois bem: uma mas mais procuradas, entre as dez mais, está “bitoque”. Vá-se lá saber porquê!
Por brincadeira, tenho procurado nos locais onde tenho que tomar refeições, este prato na ementa. Ainda vai existindo, em regra com a expressão acrescentada de “à casa” ou semelhante. O facto de ser “à casa” tem-me dificultado o encontrar uma versão típica ou mesmo tradicional, que vai variando de acordo com as casas, com maior ou menor dose de imaginação ou criatividade.
Este que aqui se vê será, talvez, o que mais se aproxima do clássico que conheço: a carne frita, coberta com uma fatia de fiambre, ovo estrelado e batata frita. Simples e bom.
A tradição, neste caso, está também representada no tacho de barro em que é servido e que, eventualmente, terá sido usado para fritar a carne. Já a originalidade do “à casa” encontra-se nos cogumelos inteiros igualmente fritos.
Ficará, talvez, a pergunta: “e onde encontrar tal iguaria baratinha?”
Neste caso, no restaurante “Superchefe”, em Lisboa, ali entre o Saldanha e o jardim do Arca do Cego.
Recomenda-se p’lo que se come, p’lo que se paga, p’la simpatia do atendimento e p’la esplanada agradável em dias ou noites de bom tempo.

By me 

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