sexta-feira, 15 de março de 2013

Ajudar ao nó




Foi contado na comunicação social, e replicado nas redes sociais com os óbvios comentários, que Miguel Relvas teria adiado o seu casamento devido à greve da TAP. A justificação seria que alguns convidados que residem no estrangeiro não poderiam, assim, comparecer.
Fonte razoavelmente bem informada fez-me saber, no entanto, que a boda terá sido adiada por questões de segurança. Dos nubentes e do governo.
Que, esclareceram-me, “não ficaria bem” que em momentos de crise um ministro casasse com o fausto que se pretendia. E que, e este é o aspecto não badalado da questão, o local previsto para a boda não apresentava as condições de segurança e privacidade que se recomendavam p’las autoridades policiais.
Fiquei igualmente sabedor que da lista de convidados constavam nomes graúdos da comunicação social. Daqueles que todos conhecem e com poderes de decisão nos conteúdos de onde trabalham. O que não fiquei a saber é se os convites aconteceram por verdadeiras amizades, se por “obrigações sociais”, se ainda para tentar “passar a mão p’lo pelo”. Do que soube, não constava nenhum do jornal Público nem da RTP, mas entende-se.
Quanto à nova data em que os pombinhos darão o nó, nada me foi dito. Mas se perguntarem aos Portugueses, eles sugerirão que o nó da gravata seja feito já hoje. Bem apertado.

By me 

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