Suponho que conste em todos os manuais de governação:
Criar um inimigo, dentro ou fora de fronteiras, agir contra
ele e afirmar que o estado e os governantes protegem os cidadãos.
Quanto assustador for esse inimigo e mais veemente for essa
acção, quer pelos discursos, quer pelas legislações, quer por acções bélicas,
mais os cidadãos se juntam em redor dos líderes, dando-lhes mais poderes na sua
acção.
Claro que, em usando esta estratégia, o poder instituído consegue
afastar para segundo plano, por vezes definitivamente, os seus detratores,
garantindo assim a manutenção do status adquirido.
Isto nada tem de novo e tem sido usado ao longo de séculos
em diversas civilizações mais ou menos autocráticas ou governantes com grandes
ambições a tal.
Mesmo neste jardim à beira-mar e mal amanhado a que chamamos
Portugal.
Já agora recordo o incremento da contestação interna e as
eleições intercalares nos EUA em novembro.
Pentax K7, Tamron 18-200
By me


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