Gostaria de vos apresentar as velhotas que comigo residem.
Há que lhes dar valor, mesmo que as novas gerações de
câmaras as empurrem para um canto. No entanto, sempre gostaria de ver os jovens
fotógrafos de hoje a fazerem tão belas fotografias como elas fizeram, com meios
tão “rudimentares”.
Como lhes dou valor, volta e meia abro-lhes as porta, descem
da vitrine e mostram-se, procurando na vitrine do lado a objectiva que mais
lhes agrada. E ficam sempre algumas de fora.
Apresento-as: da esquerda para a direita, em cima: S1a
(1962), SP 1000 (1973), S2 (1959), ES II (1973).
Em baixo, também da esquerda para a direita: SP (1964), S1
(1961), SV (1962).
Quanto às objectivas, e para não ofender as ausentes, não
referirei nenhuma destas, apenas dizendo que variam entre 28mm e 200mm.
Para os mais atentos e conhecedores da matéria, alerto que
há um elemento “penetra”, que não pertence a esta família. Mas gosto tanto dele,
e sendo de época, que não resisti a inclui-lo. E em todas as fotografias de
casamento há sempre alguém que ninguém conhece, não é? Fica o desafio de o
nomearem e, se possível, identificarem.
Pentax K1
mkII, smc Pentax-M macro 100 1:4
By me


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