sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Orgulho




Quando se fala em “fotografia” fala-se ou pensa-se no registo da luz. E quando se pensa no registo da luz, pensa-se em aquilatar a luz.

Podemos medi-la incidente ou reflectida, continua ou instantânea, na câmara ou fora dela, quando é na câmara pode ser integral, ponderada ou centro, pontual...

Há várias formas de medir a luz, cada uma funcional desde que a dominemos.

Desde há muitos anos que possuo este medidor de luz. Externo, pontual, continua, reflectida. Comprado bem em conta num mecânico de fotografia.

Trata-se de um Pentax Digital Spotmeter e, durante anos e anos, foi e é uma ferramenta fiel e um ponto de orgulho a sua posse.

Não tinha tampa e encontrei; não tinha borracha da ocular mas encontrei uma equivalente; não tinha parassol, não tem de origem, mas tratei de encontrar um com essa medida de rosca que usei mas sem gostar dele.

Agora está “encostado”, numa vitrine e num lugar de eleição, visto que encontrei um outro, de outra marca e multi funcional.

O problema deste tipo de aparelhos é que são rigorosos que é fácil fazer-se asneira: ou bem que se confunde isto com um fotómetro normal, ou bem que não se sabe dar uso ás leituras feitas. O conhecimento do seu funcionamento (ou de qualquer outro equivalente), a leitura do seu manual de instruções bem como de literatura sobre o tema é altamente recomendável.

Quem conhecer o trabalho de Ansel Adams e da sua “escola” de trabalho sabe bem do que falo.

Quanto ao resto, tenho muito orgulho em o possuir.

 

Pentax K1 mkII, smc Pentax-M 100 1:4


By me

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