Quando se fala em “fotografia” fala-se ou pensa-se no
registo da luz. E quando se pensa no registo da luz, pensa-se em aquilatar a
luz.
Podemos medi-la incidente ou reflectida, continua ou instantânea,
na câmara ou fora dela, quando é na câmara pode ser integral, ponderada ou
centro, pontual...
Há várias formas de medir a luz, cada uma funcional desde
que a dominemos.
Desde há muitos anos que possuo este medidor de luz.
Externo, pontual, continua, reflectida. Comprado bem em conta num mecânico de
fotografia.
Trata-se de um Pentax Digital Spotmeter e, durante anos e
anos, foi e é uma ferramenta fiel e um ponto de orgulho a sua posse.
Não tinha tampa e encontrei; não tinha borracha da ocular
mas encontrei uma equivalente; não tinha parassol, não tem de origem, mas
tratei de encontrar um com essa medida de rosca que usei mas sem gostar dele.
Agora está “encostado”, numa vitrine e num lugar de eleição,
visto que encontrei um outro, de outra marca e multi funcional.
O problema deste tipo de aparelhos é que são rigorosos que é
fácil fazer-se asneira: ou bem que se confunde isto com um fotómetro normal, ou
bem que não se sabe dar uso ás leituras feitas. O conhecimento do seu
funcionamento (ou de qualquer outro equivalente), a leitura do seu manual de
instruções bem como de literatura sobre o tema é altamente recomendável.
Quem conhecer o trabalho de Ansel Adams e da sua “escola” de
trabalho sabe bem do que falo.
Quanto ao resto, tenho muito orgulho em o possuir.
Pentax K1 mkII, smc Pentax-M 100 1:4
By me


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