Junho está à porta e com ele a época dos santos populares.
Em Lisboa, no Porto e por todo o país, as festas,
procissões, arraiais e outras formas de comemorações popular regressam, desta
feita sem as restrições impostas pela pandemia.
Igual tradição, ainda que mais recatada e de menor
expressão, é a existência de altares domésticos, com uma vela ou lamparina
acesa todo o ano, em honra do santo por quem se tem devoção. Não serão tantos
como eram há cinquenta anos, mas ainda devem existir aqui ou ali.
Por mim, não tenho um altar montado permanentemente. Mas, em
me apetecendo, lá vou eu dar uma voltinha pelos icones da minha devoção. E, se
tiver paciência, monto um altar só para o registo.
Este já tem uns anitos. Faltando-lhe alguma modernidade
tecnológica, mantem todo o espírito da coisa.
Divirtam-se com os vossos santos preferidos e com as vossas
fotografias.
By me
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