Numa tarde agitada, com um simples telemovel, num centro comercial.
As luzes misturavam-se de uma forma incrível, com as
temperaturas de cor entre o muito baixo e muito alto. E por uma questão de
princípio fiz questão de não mudar de mesa onde estava a lanchar. De onde e o
que via havia de ficar no boneco.
Foi que me saíu.
Esta câmara, que me veio parar às mãos de uma forma meio
rocambolesca que já contei, acabou hoje o seu teste. Os tempos de fotografar
com uma câmara de rolo são completamente diferentes dos de usar uma câmara com
registo digital. Haverá que escolher, haverá que pensar, haverá que tomar
notas, mesmo que mentalmente.
E haverá agora que enviar para o laboratório, coisa que
também leva tempo. O seu tempo.
Para já, fica o registo no último dia, regressando ela ao
conforto de uma prateleira dentro do estojo de origem, aguardando ela, tal como
um doente, o diagnóstico final.
Samsung SM-A515F


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